Quem Somos

Somos pessoas livres que amam pessoas livres. Defendemos uma visão de relações afetivas e sexuais onde todxs têm o direito de desejar e viver quantas relações e amores quiserem, da forma que preferirem, colocando-nos contra a mononormatividade e o heterossexismo. O blog objetiva realizar debates de forma plural, incluindo temas como feminismo, diversidade sexual e de gênero e formas não-monogâmicas de relacionamento, entre outros possíveis.

8 comentários sobre “Quem Somos

  1. Achei as ideias bem arejadas. Levantar inúmeras questões abre espaço para (re)pensarmos nossas práticas.E quando a gente se permite isto “corre” o delicioso risco de se reinventar. É tudo o quero no que tange as minhas relações. Quem prefere o modo mais convencional de namorar, estabelecer amizades, sem problemas se não quiser normatizar as práticas alheias. O modo mais livre me encanta mais.

  2. Gostava de conhecer pessoas que partilhem, gosto pela liberdade de relacionamento. E perceber que não sou a única, a querer amizades e amores livres de preconceitos.

  3. Acredito em muitas possibilidades de amor. Mesmo que encontre um parceiro amigo com quem desfrute minha rotina, jamais limitaria nossos corpos a superficialidade de nós mesmos. o outro é sempre bem vindo, desde que possa contribuir possitivamente para uma relação saborosa e sem limitações egocentricas.

  4. Boa noite! Muito interessante o texto “Não-monogamia: formatos vs. ideologias”:, são questões bem reais mesmo. Mas ainda tenho muita dificuldade de achar formas de empoderamento, dentro dessas relações, quando que eu, por exemplo, não tenho condições financeiras, minhas condições emocionais são bem frágeis (tenho depressão), já sofri agressão física e por diversos fatores se torna dificil essa luta da qual eu acredito tanto, que é contra o patriarcado. Além disso sinto que falta alguns espaços de representatividade, lugares que tenham diversidade de pessoas tentando lutar pelos mesmos ideais, as vezes eu vejo muita elitização de algumas lutas e fica dificil o debate, pois as pessoas que tem mais condições financeiras e até mesmo emocionais, por vezes não entendem as necessidades de quem tem menos. Mas acredito que isso pode mudar. Bom saber que existem textos inspiradores como estes. Muito Obrigada!

  5. Olá!
    Sou estudante de Ciências sociais da Universidade Federal de São Carlos e estou desenvolvendo um projeto de mestrado que aborda os rearranjos (e arranjos) familiares no Brasil. Meu objetivo é buscar alguns casos de uniões formais e informais, nas quais hajam três ou mais parceirxs e ainda aqueles casos de adoção de crianças tanto por estxs quanto por casais gays, lésbicas e etc. Partindo disso, gostaria de ter contato com alguém para uma troca de informações e ideia. Visto que é de suma importância que haja um debate amplo sobre os novos (do ponto de vista jurídico) arranjos e modelos familiares no Brasil.
    Desde já agradeço.
    Muito obrigado.
    Abraço.

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